Conversando com minha grande amiga Nana, esta indicou-me o trecho acima, do filme o Pequeno Príncipe, o qual fala do "cativar". Interessante o que acontece quando cativamos ou somos cativados...
O que me chama a atenção ainda mais é a última parte (depois de o Príncipe ter cativado a Raposa, e tendo que partir):
Raposa: Acho que vou chorar.
Pequeno Príncipe: Não queria fazer mal pra você, mas você queria que eu a cativasse.
Raposa: Eu quis.
Pequeno Príncipe: Então você não lucrou nada, não é? Foi tudo uma grande perda de tempo.
Raposa: Não... por você ter perdido tanto tempo comigo, você fez eu me sentir muito importante...
Pequeno Príncipe: Mas agora eu me sinto totalmente responsável por você.
Raposa: Devia ter avisado que aconteceria isso. Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa.
Pequeno Príncipe: (...) ela não era mais como as outras raposas do mundo, eu a cativei e agora ela era única, pelo menos pra mim (...)
Raposa: (...) Somente com o coração nós podemos ver com clareza. O essencial é invisível para os olhos.
E, se de tudo podemos tirar lição, deste trecho quero tirar para minha vida a opção de fazer tudo que já fiz, mas da maneira certa... o tempo não pára, e não volta... as pessoas passam por sua vida e se vão, e nem sempre retornam... para que elas se tornem únicas, somos o príncipe ou a raposa, mas sempre ficam as digitais, marcadas em nossa história.
Quando as oportunidades me forem dadas, quero poder acertar.
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